quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Porque não começou, ainda, o "futuro"?

A análise dos Noruegueses ao uso de tecnologias na escola


(!tal como o abordado no post anterior, este vídeo chegou até mim 
pela oferta pública de saber do Paulo Simões)

It is collective learning on steroids

"the internet is 
the biggest, best, learning machine 
we have ever had"

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

A Moodle nas práticas pedagógicas de uma escola


Na revista   

veja o artigo:

A Moodle nas práticas pedagógicas de uma escola básica: realidade ou ficção na inserção das TIC em sala de aula.

Santos, J. (2012). A Moodle nas práticas pedagógicas de uma escola básica: realidade ou ficção na inserção das TIC em sala de aula. Educação, formação & tecnologias [revista digital], 5 (1), 72-83. Acessível em eft.educom.pt

sábado, 1 de dezembro de 2012

a E@D em Portugal

Sabes alguma coisa sobre 
o ensino a distância em Portugal?
 
-> Como começou? 
-> Quando foi fundada a UAb?
 

(Clica na imagem para veres vídeos sobre o assunto.)

terça-feira, 27 de novembro de 2012

plágio


Não é a primeira vez que me pronuncio publicamente sobre esta matéria, já a discutimos na UAb, entre estudantes do CQES. Pessoalmente, não pratico o roubo mas, já houve uma professora que “pareceu” pensar que sim… - Ter-se-á tratado da minha falta de referências – não a falta de indicação de autor do que pudesse ter referido, mas apenas o não referir/falar de ideias de outros, manifestando as minhas – próprias, pessoais, construídas [porque penso].
Confesso que ainda não tinha entendido essa ávida necessidade de nos verem citar alguém, para reforçar o que queremos dizer! É claro que, quando referia ideias de alguém (inclusive no trabalho que levantou as suspeitas de uma professora [pessoa com muito pouca capacidade de expressão escrita, por acaso]), ou quando inseria extratos de textos, o referia – mas, não sentia necessidade de “enfiar à papo-seco” citações! E então? Agora, escrevo o que se me oferece dizer e, a seguir, procuro fundamentação em autores, se é esse o caso (como já fazia) mas, também, me vejo forçada a passar o dedo em índices para achar umas falas de quem-quer-que-seja-que-tenha-publicado que deixem os corretores de provas satisfeitos.
Para a professorita que ousou insinuar que não era eu a autora do trabalho, no seguinte escrevi o que sabia do assunto e, depois, fiz um Ctrl+F na sua tese de mestrado com palavras de interesse (entretanto, descobri em dois segundos que ela era bipolar ou tinha uma mãezinha muito prestável na revisão de texto) e espetei as ditas no trabalho; fui à tese de uma amiga dela e idem… e todas ficámos felizes…
Mas, é verdade que há quem plagie…
Contudo, ninguém pode levantar suspeitas sem provas! [Sim, querida, eu escrevo bem melhor que tu!]
Enganar o sistema e “arranjar um canudo” é uma prática comum mas, garanto-vos, cada vez menos fiável – sabem, as pessoas têm valor pelo que são capazes de concretizar e quer o plágio quer essa outra prática deplorável, que até dá umas notas “porreiras” – o “decoranço” – não vos dão competências para a ciência que estudam! Mais tarde ou mais cedo vão descobrir que vocês são uma fraude (ou papagaios sem mãos)!
E sei que é quase impossível “ter ideias novas”! Já tudo foi falado! – Garanto que, muitas vezes já, estou a ler qualquer coisa (livro, site, blog) e vejo frases e ideias que são clones exatos do que disse ou escrevi! E até com autores que nunca tinha lido! E depois? – Até posso ter dito ou pensado primeiro – mas não publiquei, mas “não sou” uma autora consagrada, por isso “escafedeu-se” e, na pior das hipóteses, se um professor o vir, ainda vai pensar que “copiei” deliberadamente! Resta-me ter fé que já me conheçam qb para saberem que jamais cometerei fraude…
Sejam honestos (sobretudo com vós próprios)!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Hypatiamat

Mais um projeto com assinatura da Universidade do Minho (Escola de Psicologia da UMinho):


É um projeto válido e um apoio a alunos do 5.º ao 9.º ano (e professores) - vejam o vídeo de apresentação do projeto e leiam a notícia no "Boas notícias": "Acaba de ser lançada uma plataforma gratuita, em português, com o objetivo de combater o insucesso escolar dos alunos do Ensino Básico na Matemática."
Devo confessar que Matemática, para mim, não são exercícios nem números - mas CONCEITOS - nunca percebi porque nos punham, anos a fio, a resolver exercícios e mais exercícios, sem nos darem as noções teóricas; e tenho emoldurada na minha mente a resposta à pergunta "de onde vem esta fórmula?" - "É dada." (Um brilhante exemplo da ignorância dos que tentavam "dar-nos" Matemática...)

sábado, 3 de novembro de 2012

Educação - mudança de paradigmas

Era impossível não partilhar este:
 
(Discurso de Ken Robinson noutro post...)