quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Hypatiamat

Mais um projeto com assinatura da Universidade do Minho (Escola de Psicologia da UMinho):


É um projeto válido e um apoio a alunos do 5.º ao 9.º ano (e professores) - vejam o vídeo de apresentação do projeto e leiam a notícia no "Boas notícias": "Acaba de ser lançada uma plataforma gratuita, em português, com o objetivo de combater o insucesso escolar dos alunos do Ensino Básico na Matemática."
Devo confessar que Matemática, para mim, não são exercícios nem números - mas CONCEITOS - nunca percebi porque nos punham, anos a fio, a resolver exercícios e mais exercícios, sem nos darem as noções teóricas; e tenho emoldurada na minha mente a resposta à pergunta "de onde vem esta fórmula?" - "É dada." (Um brilhante exemplo da ignorância dos que tentavam "dar-nos" Matemática...)

sábado, 3 de novembro de 2012

Educação - mudança de paradigmas

Era impossível não partilhar este:
 
(Discurso de Ken Robinson noutro post...)

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

aprender a cuidar


vida de estudante

Ao contrário do que gostaríamos, os planos de estudo nem sempre se concretizam…
Tentamos, dia após dia, colocar os afazeres académicos no timing ideal mas, a vida cheia, a incompreensão de quase todos de que aprendizagem é algo a estar presente toda a vida, a dor-de-qualquer-coisa que nos dá, ou aos nossos, a urgência-surpresa… nem sempre deixam a vida de estudante seguir bom ritmo…
Solução?
I N S I S T I R !
…e não esquecer essa caraterística do e-learning na moodle: colaborativo!
Sei que muitos não têm sequer o apoio da família; sei que muitos são penalizados pela entidade laboral e pelos colegas – por terem “a mania” de ir estudar…

Mas… o ritmo pode ir alternando – a vontade fica!

domingo, 28 de outubro de 2012

receção ao caloiro

Ontem tiveram lugar algumas receções a caloiros - momentos de brincadeira e convívio a que muitos se associam, ora quebrando essa ideia do estudar ser só até aos vintes ora para realizar esse ritual que lhes foi vedado nessa fase.


Em Lisboa não estiveram muitos caloiros (ou alunos - e, também eu, tive dificuldade em passar por lá...) mas destaco de entre os caloiros uma grande meia-dúzia dinâmica e de alegria transbordante!
Pessoalmente, não sou grande fã de praxes, tenho receio que descambem em falta de respeito pelo próximo... Mas, os que não foram, não sabem o que perderam! - E o convívio, troca de experiência(s) e sentimento de pertença, são importantes... Pelo que será bom participar em eventos desta e de outra ordem, sempre que possível.

domingo, 14 de outubro de 2012

As cópias e os direitos de autor

Colegas, esta é uma situação que está presente na vida académica e, a meu ver, pouco esclarecida, ainda. Julgo que é abusivo partilhar – como aparente única forma de acesso a livros – links para cópias dos mesmos numa plataforma universitária (e absoluta falta de respeito fazê-lo no espaço da coordenação).

É certo que alguns livros não estão disponíveis no mercado e têm valor (leia-se: é importante lê-los); é certo que, da maioria, só são relevantes (ou só temos disponibilidade para a leitura de) alguns capítulos…
…e, aparte a visão necessária à atualidade da informaçãoxtecnologia (tudo circula, e circula rapidamente), e a impossibilidade de se vedar o conhecimento aos menos possuidores de dinheiro, não tendo analisado profundamente o Código do Direito de Autor e dos Direitos Conexos, ainda assim, vejo apontado nos múltiplos debates sobre esta matéria a liberdade de cópia quando não visa lucro, mas apenas acesso privado à obra – diz o código:
São lícitas, sem o consentimento do autor, as seguintes utilizações da obra:
a) A reprodução de obra, para fins exclusivamente privados, em papel ou suporte similar, realizada através de qualquer tipo de técnica fotográfica ou processo com resultados semelhantes, com excepção das partituras, bem como a reprodução em qualquer meio realizada por pessoa singular para uso privado e sem fins comerciais directos ou indirectos; (n.º 2 do art.º 75.º do CDADC, republicado pela Lei n.º 16/2008)
Contudo, o CDADC diz, ainda, que há requisitos para esta utilização livre:
A utilização livre a que se refere o artigo anterior deve ser acompanhada:
a) Da indicação, sempre que possível, do nome do autor e do editor, do título da obra e demais circunstâncias que os identifiquem;
b) Nos casos das alíneas a) [a acima, sobre serem lícitas] e e) do n.º 2 do artigo anterior, de uma remuneração equitativa a atribuir ao autor e, no âmbito analógico, ao editor pela entidade que tiver procedido à reprodução; (n.º 1 do art.º 76.º)
Já o Art.º 81.º diz ser “consentida a reprodução (. . .) Para uso exclusivamente privado, desde que não atinja a exploração normal da obra e não cause prejuízo injustificado dos interesses legítimos do autor, não podendo ser utilizada para quaisquer fins de comunicação pública ou comercialização.
Confuso? Se algum de vós já se debruçou sobre este diploma e tem uma clarificação, agradeço que partilhe – mas, afigura-se-me que não cometemos crime por usar cópias…
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Falei, é claro, de livros publicados/comercializados em papel (e que são, depois, digitalizados), ou livros publicados/comercializados no formato digital; não se enquadram sequer aqui os textos publicados em aberto – a estes, o acesso e reprodução não levanta dúvidas…
ps:
digital – é feito em suporte digital, ficheiro;
digitalizado – é copiado/scaneado e guardado em formato digital (imagem).
(descrição ligeira, que espero vos ajude a distinguir – o primeiro pode ter hipertexto, ser manuseável; o segundo é uma chatice, pois temos de procurar as coisas “à mão”)

sábado, 13 de outubro de 2012

Regulamento de Propinas

No passado dia 11, foi publicado o Regulamento de Propinas da Universidade Aberta em Diário da República. Aconselho a sua leitura. (Como todos os regulamentos, estará disponível no site.)

lembrete: AAUAb

Aos novos colegas:

Se ainda não conhecem a Associação Académica da Universidade Aberta, cliquem na etiqueta "AAUAb", aí à direita, debaixo do voki, ou AQUI